O que dizer e o que não dizer para quem está em fase de luto gestacional ou neonatal?
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Fugir dos encontros e ignorar a dor dessas pessoas é mais uma forma de tornar esta dor invisível. Estudiosos recomendam que as pessoas reconheçam o sofrimento e evitem frases prontas.
Quando alguém perde um filho, a maioria das pessoas não sabe o que dizer ao certo para confortar a família. E quando esta perda ocorre ainda durante a gestação, como ocorreu com a apresentadora Tati Machado esta semana, ou no primeiro mês de vida, é ainda mais difícil lidar com quem fica. Mas fugir dos encontros e ignorar a dor dessas pessoas é mais uma forma de tornar invisível este tipo de luto.
A maioria das famílias enlutadas não recebe nenhum suporte, justamente nos momentos em que se sentem mais fragilizadas. Abaixo, veja dicas do que falar e do que não falar em diferentes situações.
O g1 conversou com famílias que tiveram o sonho da maternidade e da paternidade interrompidos e sem o apoio ideal da sociedade e de profissionais de saúde em momentos tão sofridos.
Algumas mães transformaram essa dor em propósito de vida, criando ONGs e institutos que lutam pela humanização do luto e por mais direitos a quem sofreu essas perdas.
Uma das coordenadoras do Instituto do Luto Parental (ILP), Damiana Angrimani, é só uma das mais de 44 mil mães no Brasil que são mal atendidas por ano após a notícia de um óbito fetal (até 20 semanas de gestação), perda gestacional (após 20 semanas de gestação) ou óbito neonatal (quando o recém-nascido morre até o 28° dia de vida).
No instituto que ela ajudou a criar, mães participam de rodas de acolhimento, profissionais de saúde são treinados para lidarem de forma mais humana com famílias que perderam seus bebês e políticas públicas voltadas para esse público são debatidas e sugeridas a autoridades. Além disso, os direitos das famílias são esclarecidos por meio de cartilhas, por exemplo.
Assim como o ILP, a ONG Amada Helena também trabalha com mães e pais enlutados e publica material informativo sobre o tema. A fundadora, Tatiana Maffini, enfatiza a relevância de abordar o luto como uma questão social:
“Nossa atuação vai muito além das diretrizes hospitalares porque percebemos, por exemplo, que a falta de acolhimento social não ocorre porque as pessoas não querem acolher, mas porque falta informação de como fazer isso”.
Fugir dos encontros e ignorar a dor dessas pessoas é mais uma forma de tornar esta dor invisível. Estudiosos recomendam que as pessoas reconheçam o sofrimento e evitem frases prontas.
Quando alguém perde um filho, a maioria das pessoas não sabe o que dizer ao certo para confortar a família. E quando esta perda ocorre ainda durante a gestação, como ocorreu com a apresentadora Tati Machado esta semana, ou no primeiro mês de vida, é ainda mais difícil lidar com quem fica. Mas fugir dos encontros e ignorar a dor dessas pessoas é mais uma forma de tornar invisível este tipo de luto.
A maioria das famílias enlutadas não recebe nenhum suporte, justamente nos momentos em que se sentem mais fragilizadas. Abaixo, veja dicas do que falar e do que não falar em diferentes situações.
O g1 conversou com famílias que tiveram o sonho da maternidade e da paternidade interrompidos e sem o apoio ideal da sociedade e de profissionais de saúde em momentos tão sofridos.
Algumas mães transformaram essa dor em propósito de vida, criando ONGs e institutos que lutam pela humanização do luto e por mais direitos a quem sofreu essas perdas.
Uma das coordenadoras do Instituto do Luto Parental (ILP), Damiana Angrimani, é só uma das mais de 44 mil mães no Brasil que são mal atendidas por ano após a notícia de um óbito fetal (até 20 semanas de gestação), perda gestacional (após 20 semanas de gestação) ou óbito neonatal (quando o recém-nascido morre até o 28° dia de vida).
No instituto que ela ajudou a criar, mães participam de rodas de acolhimento, profissionais de saúde são treinados para lidarem de forma mais humana com famílias que perderam seus bebês e políticas públicas voltadas para esse público são debatidas e sugeridas a autoridades. Além disso, os direitos das famílias são esclarecidos por meio de cartilhas, por exemplo.
Assim como o ILP, a ONG Amada Helena também trabalha com mães e pais enlutados e publica material informativo sobre o tema. A fundadora, Tatiana Maffini, enfatiza a relevância de abordar o luto como uma questão social:
“Nossa atuação vai muito além das diretrizes hospitalares porque percebemos, por exemplo, que a falta de acolhimento social não ocorre porque as pessoas não querem acolher, mas porque falta informação de como fazer isso”.
Fonte G1
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